Gilyto Semedo, mentor do projeto CVMA, afirmou à imprensa que o balanço da VIII edição é "bastante positivo", apesar do espaço da Assembleia Nacional ter sido "um pouco reduzido" para todos os que quiseram marcar presença na gala, facto que levou o artista a reafirmar o repto para que seja criada "uma casa da música" para este tipo de eventos em Cabo Verde.

A ausência de alguns artistas nomeados e que venceram vários prémios como Elida Almeida, Djodje, Hernani Almeida, Mário Lúcio, entre outros, deveu-se a motivos de agenda, tendo em conta que em maio já os artistas, por norma, têm a agenda cheia, segundo explica o representante da organização.

No que diz respeito às dificuldades com a emissão em direto que foi interrompida, a mesma fonte explicou que apesar do início pontual da emissão, a mesma foi interrompida devido a problemas técnicos.

"A empresa que faz a produção broadcast teve um dos aparelhos que bloqueou. Tivemos de inventar um intervalo para reiniciar, mas levou mais tempo do que previsto, então, tivemos de sair do direto", adiantou Gilyto Semedo para de seguida explicar que ainda esta semana será entregue à TCV o produto final da gala para emissão, bem como a outras televisões internacionais.

Sobre o afastamento da organização dos CVMA na próxima edição, Gilyto Semedo, mentor do projeto, explicou que se trata de um recúo tendo em conta que" a equipa (da organização) já está sólida".

"Como mentor, posso recuar até para poder incentivar os novos elementos a fazer o seu trabalho e a darem novas ideias", explicou o artista que há 8 anos lidera a equipa da organização.

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