Na sua primeira estadia no solo cabo-verdiano, este cantor e compositor vai estar suportado pela banda “Muleke”, agrupamento constituído por 21 elementos, num espectáculo aprazado para as 20:00, neste primeiro de dois dias pagos, cuja venda de bilhetes, ao preço de 2000 escudos diários, está a decorrer em grande ritmo, tendo em conta a corrida às bilheterias.

Zeca Pagodinho, que se destaca com a sua obra discográfica “Suor no rosto”, de entre muitas outras, apontado como um marco na sua carreira, promete um show de alegria e espectáculo, numa actuação que será procedida de outro não menos esperado, o do cantor, compositor e guitarrista cabo-verdiano, Tito Paris, sem dúvida, um dos maiores marcos da cultura cabo-verdiana.

Samira Pereira, da Harmonia, empresa que está na organização deste certame, adiantou à Inforpress que “a venda dos bilhetes vai de vento em popa” e que está tudo a postos para o sucesso do espectáculo.

No ano em que a autarquia da capital comemora o segundo aniversário da aprovação da Cidade da Praia na Rede Mundial das Cidades Criativas da Unesco, as atenções estão, igualmente, viradas para o grupo D’Alma Lusa, formada por músicos da Lusofonia como a angolana Anabela Aya, a bissau-guineense Karina Gomes, a brasileira Roberta Campos, o cantor cabo-verdiano Mirri Lobo, o moçambicano Otis, a portuguesa Cuca Roseta.

O palco desta noite vai ser encerrado pelo agrupamento cubano “El Comité”, formado por músicos considerados renomados que prometem “energia ilimitada e a uma generosidade musical rapidamente contagiante”.

Avaliado em 29 mil contos, o Kriol Jazz Festival regressou na noite desta quinta-feira ao Platô, depois da sua inauguração a 6 de Abril com o “Kriol Zona” em Vila Nova, em sinal de reconhecimento pela divulgação da cultura cabo-verdiana.

O “Kriol Jazz Festival 2019” encerra-se sábado, no Platô, com actuações do músico Lucky Peterson, um norte-americano que toca blues contemporâneo, fundindo soul, R & B, gospel e rock and rol e tido como exímio executante do violão e teclados.

Este deixa o palco para shows de “Rouvgaiverde”, do músico Tiloun das ilhas Reunião, em plena promoção da sua discografia “Konfidans”, da Élida Almeida, ao qual se segue Stanley Clarke, dos EUA, um compositor de jazz, funk, rock, pop e R&B muito conhecido por seu trabalho inovador no contrabaixo, no baixo eléctrico, e pelas suas apresentações na televisão.

A crioula Mayra Andrade vai encerrar o palco desta 11ª edição do “Kriol Festival Jazz”.