Sob o lema “Músicas com espírito de aventura”, o festival, que arranca esta quinta-feira, 18, e vai até o dia 27, conta com a participação de artistas de vários países do continente africano, europeu, americano e asiático.

O FMM tem como palco duas localidades do concelho de Sines, designadamente a cidade de Sines (palcos do Castelo, da Avenida Vasco da Gama, do Centro de Artes de Sines e do Largo Poeta Bocage) e a aldeia de Porto Covo (palco do Largo Marquês de Pombal).

De Cabo Verde, é esperada a atuação de Teté e Sara Alinho (mãe e filha), no dia 22, no auditório do Centro de Artes de Sines.

No dia 24, o artista Dino d´Santiago sobe ao palco do Castelo de Sines, enquanto a cantora Lucibela pisa o mesmo palco no dia 27.

Numa publicação feita por Sara Alinho, na sua página nas redes sociais, esta afirma que depois de 11 anos volta a partilhar o palco com uma das pessoas que “mais ama e cujo amor pela música surgiu no momento em que dela nasceu”.

“Gerou-me, embalou-me e educou-me a cantar e a música é uma paixão que nos une para sempre. No dia 22 de julho, vamos estar no Auditório de Artes às 23:00 para partilhar convosco temas dos nossos percursos em nome próprio, assim como temas em conjunto registados no álbum “Gerassons” gravado em 2008”, escreveu a artista Sara Alinho.

O FMM Sines – Festival Músicas do Mundo é um festival de música realizado no concelho de Sines, Costa Alentejana, Portugal, todos os meses de julho, pela Câmara Municipal de Sines.

O festival foi criado em 1999 com o objetivo de valorizar o Castelo de Sines, ligado à biografia do navegador Vasco da Gama, através de um acontecimento que mostrasse a diversidade das expressões musicais do mundo. Hoje, o festival ultrapassa fisicamente as fronteiras do Castelo e dar a descobrir é a sua filosofia.

A programação do FMM abarca a largueza da “world music” e transcende as suas fronteiras. Abre-se à folk, ao jazz, à música alternativa, à fusão e às músicas urbanas. Mais do que um festival de “world music” ou música de raiz tradicional, o FMM Sines é um festival que procura as músicas do mundo reais como são feitas e vividas no nosso tempo: músicas miscigenadas, marcadas pelos contactos entre artistas de origens geográficas e culturais diferentes, devedoras dos movimentos de ideias e pessoas que definem a contemporaneidade.

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