A organização promete ritmos crioulos como batuku, finason, morna, coladera e tabanka,  que “contam os costumes cabo-verdianos na língua crioula”, bem como a sociedade, o amor e a nostalgia, entre outros.

Natural do bairro de Achadinha, na cidade da Praia, o jovem de 41 anos é cantor e compositor e quer “marcar a diferença” no panorama musical, através da fusão de ritmos tradicionais cabo-verdianos como batuku, finason, morna, coladeira, tabanka e kola san-djon, com outros ritmos Africanos.

Silvino Sanches, que venceu o “Prémio Orlando Pantera – Categoria Melhor Compositor” atribuído pelo Ministério da Cultura, em outubro de 2008, com a música “Mosinhus nu kai na silensiu”, começou a sua carreira musical em Beja (Portugal), cidade onde realizou os seus estudos universitários, sendo que em 2003 promoveu o projeto “Baboza Afromusic” que reuniu vários músicos bejenses.

O mesmo tem participado em diversos festivais em Portugal, Espanha, Suíça, Polónia e Cabo Verde, divulgando assim o seu trabalho musical, sempre com “forte enfoque” na identidade tradicional cabo-verdiana, conforme disse, sublinhando que a música sempre acompanhou o seu processo de evolução como homem e como artista.

“Tenho como projeto artístico contribuir para educação através da música, porque a musica tem o poder de levar e trazer mensagens que podem contribuir para um mundo mais saudável”, frisou o artista, que tem sido influenciado pelos trabalhos de artistas como Norberto Tavares, Katchás, Orlando Pantera, Nha Nácia Gomi, Salif keita, Kaká Barbosa, Tomé Varela, Bob Marley, entre outros.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.