Esta posição foi defendida hoje pela presidente da SCM em conferência de imprensa a propósito da admissão desta organização como membro do IMC e promete dar voz a sua presença nesta organização mundial, de modo a partilhar o máximo de informação possível no domínio da música aos membros.

A SCM, segundo Solange Cesarovna, pretende promover acções em parceria com o IMC em Cabo Verde e ter acesso a todas as actividades organizadas por este Conselho, para que os músicos cabo-verdianos possam ter aceso as possibilidades de parcerias com perspectiva de se dotarem de mais conhecimento sobre determinadas áreas e comités nas cinco regiões que integram esta organização mundial.

Tudo isto para permitir o crescimento e transformação do país e para uma melhor divulgação da música, valores e tradições cabo-verdianas além fronteira, tendo já em perspectiva sensibilizar as DJ a aderirem a uma associação das DJ Mulheres no Mundo, para adquirirem oportunidades de serem chamadas para grandes festas internacionais.

Principal parceiro oficial da Unesco para a linha da música, o IMC é integrado por 150 países de todos os continentes, com conselho de música e organizações internacionais, regionais e nacionais da música, além de organizações específicas no campo da cultura, como a conservatórias, escolas da música, bibliotecas, rádios e televisões.

O IMC conta com cerca de mil organizações e 200 milhões de pessoas na maior “newtworking” do mundo a nível da música, desenvolvendo e compartilhando experiências e conhecimento em diversos aspectos da vida musical.

Enquanto embaixadora dos direitos de autor, Solange Cesarovna disse acreditar que com esta adesão de Cabo Verde ao ICM, os músicos nacionais possam aspirar a projectos mais ousados junto de instituições estrangeiras, argumentando que o país passa a ter conhecimento no sentido de concorrerem a projectos a níveis mundiais.

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