O álbum, que sucede o “PIB” (Produto Interno Bruto), ainda não tem nome, pois, segundo disse à Inforpress o artista, esta é a última coisa que escolhem. O álbum deverá estar concluído em dezembro e lançado em 2020.

“Iniciamos a gravação no início de maio, em Lisboa, e já em junho vamos regressar para terminá-lo. Vai ter cerca de 10 músicas e já estamos quase na metade do caminho e terá várias participações internacionais”, avançou.

Este novo álbum, anunciou, não vai na mesma linha dos anteriores, porque o grupo pretende explorar os diferentes ritmos das ilhas de Cabo Verde fazendo um “mix” com o “hip-hop”.

Questionado se vai ter morna ou coladeira, Péricles Costa respondeu que este trabalho “vai ter um pouco de tudo” porque a ideia é enriquecê-lo com a diversidade dos estilos da música cabo-verdiana.

Já agora, adiantou que o primeiro single vai ser uma mistura do funaná com “hip-hop” e conta com a participação do grupo de funaná Ferro Gaita.

Em relação às participações internacionais, Péricles Costa não avança os nomes, uma vez que, ainda não fecharam o contrato com esses artistas, contudo, adiantou que são “grandes nomes da lusofonia e com muita aceitação em Portugal”.

Indagado se vão novamente fazer participação especial com os Calema de São Tomé e Príncipe, a mesma fonte disse que os dois grupos trabalharam várias ideias, mas que apenas gravaram o single “Preparado”, e que poderão formalizar essas ideias para introduzir no novo álbum.

Enquanto o álbum não estiver concluído, o grupo, constituído por dois elementos Péricles Costa “PNC” e Carlos Monteiro “CNC”, vai continuar na promoção do álbum PIB, lançado em 2018, pelas ilhas de Cabo Verde.

Os shows de verão iniciam em julho pela terra natal desses jovens, Assomada, Santa Catarina, e segue-se para Tarrafal e para as outras ilhas do arquipélago.

Recentemente, o grupo esteve num tour pela Europa com os Calema na promoção do single “Preparado”, que foi galardoado como Música Popular do Ano na gala dos Cabo Verde Music Award 2019.

“O que nos marcou foi o Olympia, uma sala de espetáculos em Paris, onde atuam artistas de gabarito. Foi um dos momentos mais marcantes e, até que enfim, conseguimos colocar uma música nossa a tocar nas rádios de França e está a ter uma aceitação excelente”, regozijou-se.

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