Hamilton Fernandes fez esta sugestão na abertura da conferência “Pensar B.Léza e a Morna”, realizada em celebração ao Dia Nacional da Morna, na Cidade da Praia, defendeu que esta sugestão se deve à riqueza do património cultural que existe em Cabo Verde.

“Seria fazer um pouco jus ao riquíssimo património cultural imaterial que temos aqui em Cabo Verde. Chamei aqui, precisamente no espaço onde se consagrou a morna enquanto património nacional à frente de alguns representantes do povo, para uma reflexão muito mais profundada em relação à cultura”, explicou.

Segundo Hamilton Fernandes, entrando na agenda política, pode-se pensar mais do que dias comemorativos desses traços culturais, mas também na parte financeira que tem que sustentar os recursos humanos que são necessários para se fazer um trabalho mais alargado e aprofundado.

“Porque não mostrar isso”, questionou o presidente do IPC, lembrando que “a cultura é a nossa riqueza” para depois defender que este processo deve começar pela Casa Parlamentar, mas também pela consagração da cultura no seu sentido mais lato do termo.