Segundo aquela responsável, o espetáculo teve “boas atuações”, na presença de um “público razoável”. “Estamos satisfeitos”, concluiu esta responsável pela região norte da Associação Cabo-verdiana de Autopromoção da Mulher (Morabi).

Ainda nas suas declarações, Fátima Santos lançou ainda o apela da Morabi à sociedade para a reflexão sobre a causa da mulher africana, “dado que a sua situação continua trágica, não obstante muitas conquistas que já foram alcançadas”.

“Muitos desafios persistem e precisamos relembrar que há necessidade de reforçar as ações em prol de uma efetiva igualdade de género em Cabo Verde e no continente africanos”, frisou.

O evento supracitado foi organizado pela Morabi em parceria com a R7Eventos. Segundo a organização, trata-se de uma iniciativa, de cariz social, em que parte da receita arrecadada será destinada às beneficiárias do programa de Saúde Sexual e Reprodutiva.

Artistas como Zeca Nha Reinalda, Kátia, Hilário Silva, Manuel de Candinho, dentre outros, abrilhantaram a noite com as suas atuações.

O Dia da Mulher Africana consagrado à reflexão do papel da classe feminina de África na sociedade celebra-se a 31 de julho. A data foi instituída a 31 de julho de 1962, em Dar-Es-Salaam, Tanzânia, por 14 países e oito movimentos de libertação, na Conferência das Mulheres.

A assinatura desta efeméride surgiu quando foi criada a organização Pan-africana das Mulheres, que tinha o objetivo de discutir o papel da mulher na reconstrução de África na educação, na garantia da paz e na democracia.

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