O cantor espanhol Julio Iglesias, que esta quarta-feira completou 72 anos, anunciou que "México", uma compilação de canções dedicadas ao país, será o último álbum de estúdio da sua vida, mas esclareceu que irá cantar até que "a vida ou as pessoas" o aposentem.
Este "é o último álbum da minha vida gravado em estúdio", disse o cantor na apresentação do disco na Cidade do México, durante a qual garantiu que gravar em estúdio é "complicado" para um artista e já não quer passar lá o ano e meio que precisam os seus discos.
Em Junho, Iglesias foi submetido com sucesso a uma pequena cirurgia na lombar, que fracturou gravemente num acidente há 52 anos.
“A minha saída do estúdio deve-se ao facto de não ter um ano e meio para estar em estúdio, porque são álbuns longos os que eu faço", argumentou.
E, de facto, ao ser questionado sobre se isto implicaria uma saída dos palcos, o artista veterano explicou: "Eu não vou aposentar-me até que me aposentem, seja a vida ou as pessoas".
"Eu quero cantar até os 150 anos", declarou, entre risos.
Conhecido pelo seu estilo romântico, Iglesias é considerado o artista latino mais rentável com 300 milhões de discos vendidos durante a sua longa carreira, segundo a organização Guinness.
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