José Maria Neves, que falava na abertura de uma conferência subordinado ao tema “Teixeira de Sousa: Um Ilhéu de Causas”, na Universidade Jean Piaget, na Cidade da Praia, afirmou que a morna já era património de todos os cabo-verdianos e das mulheres e dos homens do mundo, mas que faltava apenas este reconhecimento oficial por parte da UNESCO.

“Ontem, tivemos esse reconhecimento oficial por parte da UNESCO e é bom também poderemos prestar homenagem a Eugénio Tavares, a B.Leza, Jotamonte, Manuel d´Novas, Bana, Ildo Lobo, Orlando Pantera e a tantos outros que deram um enorme contributo para que a morna pudesse manter-se viva e exprimir todo o sangue que nos corre nas veias”, ressaltou.

Na quarta-feira, 11, a Morna foi oficialmente classificada como Património Cultural Imaterial da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), com a aprovação do dossiê, em Bogotá (Colômbia) durante a 14ª reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial.

O dossiê da candidatura da morna passou sem nenhuma objecção dos 24 países presentes na reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.