O anúncio foi feito hoje, em conferência de imprensa, pelo ministro dos Assuntos Parlamentares e da Presidência do Conselho de Ministros, Fernando Elísio Freire, que explicou que essa condecoração é uma forma de reconhecer o esforço desta equipa, dos cabo-verdianos, artistas e compositores na promoção deste estilo musical típico cabo-verdiano.

“É uma forma de reconhecimento de toda a nação cabo-verdiana, de todos os artistas e compositores cabo-verdianos pela forma brilhante como esta equipa trabalhou e permitir a inscrição da norma como Património Imaterial da Humanidade”, realçou o ministro que reconheceu que grandes artistas e compositores nacionais levaram a morna para o mundo inteiro, mas que essa equipa fez um “excelente trabalho” que merece ser reconhecido.

Entretanto adiantou que neste momento já dispõem de uma data para a homenagem, mas a mesma terá de ser concertada com o chefe do Governo, mas tudo indica que a condecoração será ainda este ano.

A morna foi consagrada Património Cultural Imaterial da Humanidade na última quarta-feira, 11, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), durante a 4ª reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, que decorreu em Bogotá, Colômbia.

Durante a reunião do Conselho de Ministros desta quinta-feira, foi aprovado também o projecto de proposta de resolução que cria a Comissão Organizadora Recepção da Décima Quarta Edição da Regata “The Ocean Race”, que irá acontecer entre 2021 e 2022, em São Vicente.

Explicou que essa equipa será composta por membros do Ministério da Economia Marítima com representantes do sector financeiro, turístico, da administração interna, dos negócios estrangeiros, do desporto, da defesa, da agricultura e do ambiente, da Câmara Municipal de São Vicente, da Enapor e da Câmara de Comércio do Barlavento.

Essa comissão, segundo o governante, terá por missão definir as metodologias e as directrizes da organização para a realização da recepção do evento, e irá trabalhar em articulação com o secretariado executivo.

“É uma forma que o Governo encontrou de reforçar ainda mais a performance do país em termos de ser a plataforma para organização de eventos de interesse mundial e fazer dos oceanos uma fonte de criação de riqueza, internacionalizar o país através dos mares e de afirmação de Cabo Verde no mundo”, reconheceu.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.