A artista natural do concelho de Santa Cruz (interior da ilha de Santiago) lançou em finais de 2014 o seu primeiro álbum, “Ora doce, ora margos”, mas foi com a sua participação em abril de 2015 neste intercâmbio cultural transatlântica, que Elida Almeida começou a triunfar no mundo da música.

“Qualquer visibilidade que tenho hoje, é devido ao AME (…) desde lá, tudo começou a acontecer, já conheci vários países, já participei em vários festivais no mundo inteiro, então tudo isso aconteceu graças ao AME. Para mim, AME é uma das melhores iniciativas que aconteceu em Cabo Verde”, disse em declarações à Inforpress no âmbito da sexta edição do AME, que termina hoje na Cidade da Praia.

A artista revelação do “Prix Decouverte RFI 2015”, tem aproveitado para estar presente nas conferências realizadas no âmbito do AME, no Palácio da Cultura Ildo Lobo, pois, segundo disse, ainda tem muito que aprender com os seus colegas.

Entretanto, hoje, o palco do Palácio da Cultura Ildo Lobo vai ser da cantora, que vai transmitir aos outros colegas como se preparar para uma digressão e explicar quais os métodos mais eficazes para uma digressão de sucesso.

A conferência que acontece por volta das 15:00, no Palácio da Cultura Ildo Lobo, vai ter ainda como oradora Sandra Ball da Broolyn Fetsival-USA.

“Tenho estado a viver uma experiência incrível nos últimos três anos, por isso tenho alguma coisa para partilhar com os meus colegas” disse.

Para Elida Almeida, muitos artistas cabo-verdianos precisam ainda “conhecer bem” o papel deste evento, uma vez que é uma forma de exportarem as músicas de Cabo Verde para o mundo, sem sair do país.

Perspectivou ainda que quando estes perceberem melhor a oportunidade que estão a ter, as coisas vão melhorar.

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