Em declarações à Inforpress, Dibaz Mob garantiu que este trabalho, constituído por 12 faixas, carrega as suas vivências, com o intuito de fazer um “alerta geral” a todos os sujeitos que estão nas ruas.

“O meu álbum é feito de momentos de mágoa, frustração e de experiências. Com tudo isso, pretendo salvar os manos nas ruas”, declarou.

O rapper, que vive em Ponta de Água, cidade da Praia, assegurou que perdeu muitas oportunidades por causa da “street life” (vida de rua), que, consequentemente, o levou para prisão. Um passado que Dibaz Mob não se orgulha, mas tem explicito nas suas músicas.

“Eu quero alertar os jovens sobre os perigos dessa vida e incentivar os que estão nos becos para seguirem um caminho diferente. Por outro lado, não quero dececionar aqueles que confiaram em mim”, reconheceu.

Dibaz Mob inspira-se nas ruas, mas seus filhos, bem como seus sonhos e amor da sua família, o incentivam para as suas “batalhas diárias”.

O álbum foi produzido por New-Nexz Records, sua produtora, e conta com a participação de artistas como Boy Game, Hélio Batalha, Bighead, Amyna Garcia, WST, entre outros.

Com 27 anos, Dibaz Mob lançou o seu primeiro single em 2008. De seguida fez uma pausa, tendo regressado para o mundo da música em 2010.

Na altura, participou em dois mixtapes do seu antigo grupo denominado “Bad Blood”.

Voltou a dar uma pausa, mas como o “amor pela música” fala mais alto, regressou em 2014, dessa vez com o grupo M.O.B.

Depois de alguns “momentos difíceis”, atualmente Dibaz Mob segue uma carreira a solo, tendo lançado vários singles de intervenção, com o mesmo objetivo: “superar o passado e inspirar os jovens”.

Neste momento, o rapper e a sua equipa estão a preparar para shows de lançamento do álbum em vários pontos do país.

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