Solange Cesarovna fez estas declarações, na cidade de Sal-Rei, após o primeiro encontro com os artistas ligados à música na ilha, que se fizeram presentes, através da Associação de Músicos da Boa Vista, que representa esta sociedade na ilha.

Entretanto, para que isto aconteça, Solange Cesarovna defendeu a necessidade de os músicos boa-vistenses colaborarem e cooperarem com registos e declarações das obras.

A reunião teve como propósito partilhar com os músicos que se tem feito ao longo da história, convidá-los para fazer parte da SCM, explicar a importância de defender os direitos de autor e os seus deveres e os projectos e os frutos que a sociedade tem vindo a desenvolver nesta caminhada.

“Este primeiro encontro foi basicamente para saber o papel de cada um no sector musical (…), quais são os seus anseios e as áreas em que podemos colaborar”, explicou Solange Cesarovna.

Mas isso, segundo a presidente da SCM, é algo que a sociedade prevê adoptar numa segunda fase, uma vez que “a prioridade absoluta neste momento, é consciencializar Cabo Verde inteiro da pertinência de iniciar o cumprimento de obrigação legal de pagamento de utilização de obras e de propriedade intelectual que é protegido pela lei”.

Já o presidente da Associação de Músicos de Boa Vista, Manuel de Pina, disse que receberam este encontro “com agrado”, tendo em conta que há muito tempo estavam à espera da sua realização.

“Tivemos o privilégio de receber a SCM na Boa Vista, aproveitando para esclarecer as nossas dúvidas. Acho que as pessoas ficaram com a ideia de responsabilidade de entidades de gestão colectiva que é muito importante para quem lida com área de música”, opinou.

Para Manuel de Pina, a partir de agora ficou um “caminho meio aberto” para as pessoas começarem a aderir à associação de músicos que, no fundo, luta por este mesmo tipo de papel, e a inscrever na SCM.

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