Trata-se do ciclo “Terra”, promovido pela Capivara Azul – Associação Cultural e que foi adiado devido à crise sanitária relacionada com a pandemia de covid-19.

Assim, a “Terra” vai "voltar a girar" em 18 de setembro, com Julinho da Concertina, de Cabo Verde, considerado “um dos últimos mitos vivos” do funaná.

Duas semanas depois, no dia 02 de outubro, será a vez de Baiuca, um projeto do músico e produtor Alejandro Guillán, que se constrói no cruzamento entre o cancioneiro tradicional da Galiza, onde nasceu, e a música eletrónica.

Baiuca apresentar-se-á em Guimarães em formato especial, tocando ao vivo ferramentas contemporâneas, como sintetizador e sampler, e instrumentos tradicionais, como flautas e ocarinas.

No dia 28 de novembro, sobe ao palco a banda Kel Assouf, expressão que significa "nostalgia" e "filho da eternidade" em Tamashek, a língua dos nómadas do Saara.

A banda foi criada por Anana Harouna em 2006, quando se estabeleceu na Bélgica, depois de um longo exílio na Líbia após ter deixado o Níger, onde nasceu, durante a rebelião tuaregue do início dos anos 1990.

Os bilhetes para cada um dos concertos têm preços entre os cinco euros (para portadores do Cartão Quadrilátero Cultural), 7,5 euros (menores de 30 anos e outros descontos de A Oficina) e 10 euros (público geral).

O passe para os três concertos tem o custo de 25 euros.

Tendo em conta as limitações impostas pela pandemia, os espectadores serão obrigados a usar máscara ao longo dos concertos.

Por isso, na compra de um bilhete para o “Terra 2020”, será oferecida uma máscara com design exclusivo.

As normas sanitárias implicam também uma redução na lotação do CIAJG.

O ciclo “Terra” tem o apoio do Município de Guimarães e da Direção Regional de Cultura do Norte, com coprodução da cooperativa A Oficina, entidade gestora do Centro Internacional das Artes José de Guimarães.

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