As polémicas em torno de Michael Jackson continuam. Rudi Dolezal, realizador e produtor que trabalhou com o 'rei da pop', confessou ao site Page Six que o músico era um "predador sexual". As declarações do austríaco surgem depois da estreia do polémico documentário “Leaving Neverland".

Na entrevista, o produtor frisa que acredita em quase tudo o que é revelado na produção da HBO. "Acredito em quase tudo. É um trabalho brilhante. Ninguém podia parar o Michael. É difícil acreditar que um ícone seja um impostor", frisou o realizador que conheceu o artista em 1992, durante a digressão de "Dangerous".

Rudi Dolezal contou ainda que Michael Jackson odiava o seu pai. "Quando o Michael tinha quatro anos, ele punha-o a dançar em cima de um fogão ligado, descalço. E quando contava isso não parecia arrependido. Eu tinha muita pena do Michael. Ele odiava o pai (...) E se a lenda do Michael Jackson for destruída por isto [pelas alegações de abuso sexual de crianças], a única pessoa responsável é ele", defendeu.

O documentário "Leaving Neverland", de Dan Reed, que estreou há uma semana nos Estados Unidos e chegou na passada sexta-feira, dia 8 de março, à HBO Portugal, conta com depoimentos de duas alegadas vítimas - Wade Robson, de 36 anos, e  James Safechuck, de 41 anos.

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