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O Ministério da Cultura fez,  no final da tarde desta segunda-feira, 28, a apresentação pública da IV edição do Atlatic Music Expo (AME). O evento acontece de 11 a 14 de abril na Praia.

Segundo a diretora do Bureau Export da música e bens culturais de Cabo Verde, Ana Maia, a grande novidade deste ano é a procura dos stands. “Pela primeira vez, temos uma procura a nivel nacional dos comerciantes na compra de stands. A Câmara do Comércio vai investir em vinte stands”.

A mesma fonte adianta que a organização assinou um protocolo com a Câmara de Comércio que visa a fomentação dos comerciantes na feira. “O objetivo é que o AME apresente um ambiente de negócio não só para a música como também para as outras áreas. Vamos ter participações a nível internacional, então é um momento ideial para a prática de negócios”, explica.

No que diz respeito ao formato, Ana Maia afirma que o AME vai continuar com o mesmo formato dos outros anos, uma vez que tem uma procura maior tanto a nível nacional como internacional. “Vamos continuar com vinte e oito showcases”.

Este ano, ao contrário dos anos anteriores, o Atlantic Music Expo (AME) vai contar com a participação de cerca de 35 países “Este ano temos participação de 35 países e ainda estamos à espea de confirmação de mais três. Há uma procura maior do que no ano passado em que foram somente trinta”, afirma.

É de realçar que este ano, a WOMEX, assumirá as rédeas do evento em parceria com a produtora cabo-verdiana Hamonia, representando assim a parte privada, juntamente com os produtores locais, numa parceria público-privada.

“Tentamos juntar todos os promotores nacionais para criar um coletivo para gerir o AME mas não conseguimos. De início, queriamos a Harmonia e todos os produtores, mas a WOMEX escolheu  apenas a Harmonia. Cabo Verde é um país jovem e as coisas vão se formando”, explicou o ministro da Cultura, Mário Lúcio Sousa.

Segundo a mesma fonte, o Estado ainda tem um papel importante no AME. “O sonho é que pouco a pouco o Estado se retire, mas eu não sou defensor disso. O Estado tem que continuar a apostar na promoção da imagem e da participação de Cabo Verde nos mercados”.

Este é o último ano que Mário Lúcio Sousa participa do AME como ministro da Cultura. “O grande prémio que levo do meu madato é a partilha com os municipios, comunidades e pessoas. O AME é um legado nosso, de todos os cabo-verdianos, é qualquer coisa que aconteceu e que nos supera”.

O encontro reuniu pomotores, parceiros e alguns artistas da cena musical cabo-verdiana e contou com a atuação do jovem músico, natural da Boa Vista, Robbie Brito.

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