Segundo o ‘site’ da organização, este ano, o festival inicia-se no dia 01 de novembro pela Cidade de São Felipe, na Ilha do Fogo, e termina no dia 10 no concelho do Tarrafal de Santiago, com um “rico programa” que envolve músicos e artistas internacionais.

No dia 01 de Novembro, informou, será inaugurada no Centrum SSSL de São Filipe, na Ilha do Fogo, uma exposição intitulada “Sete Sóis Sete Luas: 20 anos de diálogo intercultural” que traz fotos e documentos originais da primeira edição do Festival em 1998.

No dia 03, a ilha Brava acolhe a exposição “Desde Alameda de Cervera. Pinturas e esculturas” de Alfredo Martinez Perez, enquanto na terça-feira, dia 05, será a vez do Maio inaugurar a exposição fotográfica “De muscat et cortiça” de Alain Marquina (França) e Alessandro Puccinelli (Itália).

O município da Ribeira Grande de Santiago, recebe no dia 08 a arte eslovena do Vasko Vidmar com a exposição “Ideogrammi II”.

Por último, o município de Tarrafal de Santiago encerra no dia 10 este certame cultural com uma exposição fotográfica “Histórias de mulheres”, do espanhol Hamadi Ananou.

No final da inauguração das exposições, todos os Centrum Sete Sóis Sete Luas vão receber um concerto do grupo AYWA, com músicos da França e do Marrocos, que vão levar um “mix explosivo de ritmos originais e rebeldes que unem Raï, reggae, rock, world music e jazz”.

O grupo também irá apresentar-se no dia 9 na praça central de Assomada, em Santa Catarina.

Ainda de acordo com a programação, o pintor da Eslovénia Vasko Vidmar vai ministrar três residências artísticas e realizará laboratórios de pinturas gratuitas nas escolas de São Filipe no Fogo (1 a 2), na ilha da (4 a 6), e da Ribeira Grande em Santo Antão (8 a 14).

Durante a 21ª edição do Festival Sete Sóis Sete Luas será lançada nas Ilhas Brava e do Maio os novos CD da Brava 7Luas Band e da 7Luas Maio Band, duas produções originais do Sete Sóis Sete Luas, informou a organização.

Segundo a mesma fonte, trata-se das gravações ao vivo dos concertos realizados pelas duas bandas no FSSSL.

A organizou destacou o facto de nos últimos anos o Festival ter tido um papel importante na internacionalização das carreiras dos artistas cabo-verdianos.

Como exemplo, apontou a participação dos artistas plásticos Eduarbo Bentub, Jairson Lima, Tutu Sousa numa residência e exposições nos Centrum SSSL na França, na Itália e em Portugal, a 7Luas Maio Band, que em Julho realizou uma longa digressão no SSSL na Itália, na Croácia, na Eslovénia, na Espanha e em Portugal.

A Brava 7Luas Band, que esteve em Setembro na ilha da Córsega, na cidade de Ajaccio, e depois em Portugal, durante 10 dias, realizando concertos no Festival SSSL em Alfândega da Fé, Mafra, Odemira, Ponte de Sor, incluindo também actuações em lares e prisões.

Informou ainda que a Santo Antão Sete Sóis band vai levar a sua música no dia 22 na edição SSSL na Ilha de la Réunion.

O Festival Sete Sóis Sete Luas é um projecto promovido por uma Rede Cultural de 30 cidades de 10 países do Mediterrâneo e do mundo lusófono, nomeadamente, Brasil, Cabo Verde, Croácia, França, Itália, Marrocos, Portugal, Romênia, Eslovênia, Espanha e Tunísia.

Em Cabo Verde, a 21ª edição tem o apoio da Embaixada do Luxemburgo em Cabo Verde, as parcerias das câmaras municipais da Brava, Maio, Ribeira Grande de Santo Antão, Santa Catarina, São Filipe, Tarrafal de Santiago, e conta com o alto patrocínio da Presidência da República.

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