Krad teve a responsabilidade de abrir o palco do festival. O grupo mindelense que existe há cerca de dois anos navega entre os ritmos do Metal, Grunge e Hard-Rock. Teve assim a sua estreia no festival numa actuação que durou cerca de meia hora.

Seguiu-se Abiotic Worms, grupo que conta já com alguns anos de palco, mas é a primeira vez que actuam no Baía das Gatas. Composto por cinco elementos, o Abiotic Worms é uma banda de rock que interpreta músicas de renomeados grupos como os Pink Floyd e Metálica.

O público mostrou-se agradado com a actuação e pediu "bis"."Vamos agora trabalhar nas nossas músicas, já temos letras", disse a vocalista do grupo, Carmen Silva que é conhecida pela maioria noutros registos.

 

Furdunce foi o terceiro e último do leque de grupos locais a actuar no Baía. Com temas de outros artistas mas também com composições próprias animaram o público.

Um dos vocalistas do grupo composto por 9 elementos confessou em palco ser um a realização de um sonho actuar no festival. Sem um estilo em concreto, o grupo explica que canta o que o público pedir e mais gostar. O nome escolhido representa isso mesmo, "mistura" de estilos.

Durante quase uma hora Chachi Carvalho esteve no palco do Baía e juntamente com P. Lowe e Joceline Medina levou o público ao delírio.

O rapper, filho de pais cabo-verdianos, considerou que a sua actuação foi "um espectáculo... única coisa que ficou a faltar é o meu pai, mas sei que ele que estava la no céu a olhar por mim", disse emocionado.

Chachi afirmou que a música é uma das suas paixões, terminou a sua actuação com o sucesso "só mais um".

 

Djodje actuou pela primeira vez no palco do Baía quando tinha apenas 12 anos. Este ano teve o público aos seus pés. Os fãs não se intimidaram e cantaram irreprensivelmente todas as canções.

"Close your eyes" foi o primeiro tema do repertório que Djodje desfilou durante cerca de uma hora de concerto. partilhou o palco com Ricky Boy e Dynamo no sucesso "Princesa" e com Grace Évora de quem, afirmou, é "fã desde muito pequeno".

 

Algum atraso na chegada do voo de Anselmo Ralph em Mindelo e problemas técnicos no check-sound motivaram, segundo responsáveis, um atraso de 2 horas até a subida do cantor em palco.

 

Quando começou o show, o cantor angolano pediu desculpas ao público que ainda assim não arredou pé do recinto, recebeu-o da melhor forma e cantou cada refrão. O sucesso "Não me toca" colocou um ponto final à actuação de Anselmo Ralph mas também à 30ª edição do Festival Baía das Gatas.

 

Humberto Lélis, vereador da cultura da CMSV, mostrou-se satisfeito. "O balanço é satisfatório e extremamente positivo, não como uma opinião pessoal mas uma opinião gereralizada. Ainda não tenho números oficiais mas vou arriscar um número. Ontem sábado creio que estavam na praia da baía cerca de oitenta mil pessoas", disse.

 

Em matéria de segurança e quanto a incidentes durante os três dias de festival, tanto a Cruz Vermelha como a Polícia Nacional garantiram que  foram dias calmos e sem incidentes de maior a registar.

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