O plano de acção da PN teve início no dia 31 de Agosto com várias actividades, desde rusgas, fiscalizações de trânsito e a estabelecimentos comerciais e actuações no Porto da Palmeira, devendo terminar no primeiro período do dia 16 de Setembro.

Segundo o comandante Orlando Évora, que falava em conferência imprensa, toda a dinâmica da operação do festival vai estar direccionada para evitar que “determinadas situações aconteçam”, e uma actuação tendente a “minimizar os riscos” a todos os níveis.

O plano de acção que abarca toda a ilha toda, sem descuidar-se das outras actividades, conta com o reforço da brigada da Praia,  juntando-se também à equipa dos efectivos policiais a Polícia Judiciária, a Protecção Civil e as Forças Armadas.

“A PN está preparada para garantir a segurança no Festival da Praia de Santa. O nosso objectivo é que o festival decorra na paz e tranquilidade, sem nenhum incidente, de forma a fazer um balanço positivo destas festividades”, almejou.

Tratando-se de uma festa de multidões, que exige um redobrar de esforços da parte da polícia, quer do ponto de vista da ordem pública, regulamentação do trânsito e na livre circulação de pessoas e bens, o comandante Évora disse, entretanto, que a fiscalização do trânsito vai ser “o calcanhar de Aquiles”, dado ao estado degradado das estradas.

“Na realidade, a estrada não está boa, é uma questão que nos preocupa, mas vamos ter postos de controlo durante o percurso para evitar acidentes”, denotou, apelando prudência aos condutores, tendo em atenção a velha máxima, segundo lembrou, “se beber não conduza se conduzir não beba”.

Quanto à população, o conselho vai no sentido de as pessoas não abandonarem completamente as suas residências, não ter muito dinheiro nos bolsos ou nas carteiras, evitando, assim, olhares do “amigo do alheio”.

O responsável destacou, entretanto, o facto de o layout do certame musical, numa área de 22 mil metros quadrados, maior que o ano passado, “facilitar” a actuação policial, já que, conforme explicou, permite “maior ângulo, maior alcance de visibilidade” a eventualidades ou ocorrências.

Por fim, augurou que o festival decorra num “ambiente tranquilo” e “marcado pelo civismo”, à semelhança dos anos anteriores.

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