“Julgamos que as coisas correram bem. O balanço é positivo. Acho que o público que esteve no areal de Santa Maria gostou do festival. Tudo correu na tranquilidade, em termos de música, ambiente, segurança (…)”, manifestou, elogiando o nível de civismo registado durante o evento.

Confrontado que é quase opinião unânime que o festival do ano passado estava melhor que este, que as pessoas não simpatizaram com o cartaz, o autarca desaprova esta apreciação.

“A questão do cartaz é relativa, porque nem sempre as pessoas gostam das mesmas coisas. Não podemos admitir que uma pessoa, pelo facto de um artista de sua preferência não estar no cartaz, ridicularizar os outros. Consideramos que o cartaz agradou o público em geral”, exteriorizou.

Ainda, desvalorizando a análise, e a título de exemplo, Victor Cardoso disse que o festival apresentou um projecto “interessante” de Hip Hop Top com Batchary, Rapaz 100 Juiz e Hélio Batalha, pela primeira vez no mesmo palco, também o projecto Dance House que, há dois anos, conforme disse, junta vários artistas no mesmo palco, entre actuação de outros artistas.

“As pessoas têm que começar a aprender a apreciar. Sem falar do projecto morna que foi um momento sublime. Temos que saber valorizar o que é nosso. Não são as críticas na internet, no faceboock que nos vão demover”, desabafou, acrescentando que as pessoas devem também notar as “pequenas inovações” que “melhoraram” o Festival.

“Mas também sabemos que no segundo dia do festival as pessoas estão mais cansadas. Tivemos menos grupos em relação ao primeiro dia, mas bons grupos. Tivemos dois bons grupos seguidos, Richie Campbell e Fantan Mojah e terminamos com Lejema, em grande. Epá…”, concluiu.

No próximo ano, 2020 o Festival da Praia de Santa Maria vai assinalar 30 anos – um aniversário redondo -, conforme disse, pelo que a câmara vai trabalhar no sentido de garantir um festival “igual ou melhor” para marcar a efeméride.

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