Em conferência de imprensa em Mindelo, Augusto Neves anunciou que a autarquia, que “já está a preparar” a 30ª edição, em Agosto de 2014, vai contactar os fundadores do festival e outros parceiros para uma reflexão sobre as 29 edições do evento.

“Vamos provocar essa reflexão com os diversos parceiros para evitar a rotina e aumetar a qualidade, mas vamos também propor que entidades como a Comunicação Social integrem a comissão organizadora”, lançou Augusto Neves, que aposta no regresso da transmissão televisa em directo do festival, no futuro.

Sobre a edição deste ano, que homenageou Jotamont, o autarca revelou satisfação pelo “alto civismo” e “grande colaboração” da população, aspectos que transformam o festival num evento de “grande dimensão” e que, por isso, “exige muito profissionalismo” em todas as vertentes.

“O festival foi mais que benigno à economia mindelense, em que injectou milhões de escudos, avaliada pela alta taxa de ocupação do sistema hoteleiro, pela movimentação dos transportes públicos privados, restauração, emigrantes, turistas e visitantes”, precisou.

A Câmara Municipal, segundo o presdiente, já está a trabalhar na organização do festival 2014, “sobretudo junto dos patrocinadores”, com uma “campanha forte” visando um certame de “grande nível”.

O presidente admitiu ainda para as próximas edições melhorar as relações organização do festival/comunicação social, o sistema de transporte de pessoas cidade-baía-cidade, mas reafirmou quer a autarquia vai continuar a realizar o festival nos próximos anos, pois a ponsabilidade da Câmara Municipal “é grande”.

“A experiência tem sido boa, o sistema de portagem funciona bem, as inovações introduzidas este ano no palco e na organização do comércio de restauração na Baía das Gatas agradaram, por isso não há necessidade de romper com o sistema organizativo”, concluiu Augusto Neves, em resposta à questão sobre a entrada de privados na organização do Festival Internacional de Música da ía das Gatas.

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