Conforme explicou Edite Monteiro, 73 anos, que reside em França e se identifica como a primeira filha de Jotamont, desde às 18:00 horas que os sete filhos  que marcaram presença nesta homenagem ao pai se encontravam na baía “de um lado para outro” sem saber onde se posicionarem, na qualidade de filhos do homenageado.

“É então que nos indicam um palanque defronte ao palco onde nos instalamos, mas passados alguns minutos veio um segurança, em maus modos, informar-nos de que o senhor Presidente da Câmara Municipal não queria ninguém naquele local”, contou Edite Monteiro aos jornalistas.

Ainda receberam algumas explicações do vereador Humberto Lélis, no local, mas não satisfeitos, a filha mais velha de Jotamont reuniu os sete crachás que os irmãos traziam e atirou-os ao chão e, acto contínuo, abandonaram o local.

Questionado pela Inforpress, o presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Augusto Neves, que chegou ao local minutos depois acompanhado de um grupo de convidados, justificou a ocorrência com um “mal-entendido”.

“Só pode ter sido um mal-entendido. Os convidados da Câmara Municipal são-no para um jantar no Palacim, pois as regras do backstage são outras e estão relacionadas sobretudo com os artistas”, disse o autarca, que lamentou o sucedido e prometeu inteirar-se do que realmente aconteceu.

O caso deu-se no fim da actuação do colectivo de vozes de São Vicente, que interpretaram temas de Jotamont.

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