Entretanto, antes da sua atuação, o festival, registou uma hora de atraso, tendo começado depois das 23:00, com actuação dos talentos de São Miguel, denominados de ‟All Star Calheta”, que abriram o palco nos dois dias do festival.

Esses talentos cantaram várias músicas até 01:00, seguido do grupo rappers da casa, Young Problems, que conseguiram acordar e reunir grande número de pessoas que mostram estar familiarizados com as suas músicas.

No primeiro dia do festival, actuaram Young Rappers e Djacy Silva, que deram lugar a Solange Cesarovna, que, em estreia, teve um reportório com vários géneros musicais de Cabo Verde, com destaque para a morna, candidata a património da humanidade.

Seguiu-se depois a actuação do artista Mito Kaskas, Gilson Furtado e Zé Espanhol, que estava a ‟esquentar” os festivaleiros, que aguardavam pelo MC Tranka Fulha e MC Prego Prego.

Com casa cheia, o grupo Ferro Gaita fechou o primeiro dia do festival, ao som do funaná por volta das 09:30.

Igualmente, já no segundo dia deste certame, o jovem rapper Trakinuz, que pisou o palco de São Miguel pela primeira vez, chamou atenção do púbico que cantava as suas músicas como ‟vencidor”, ‟forianu”, ‟undi kin fadja” e entre outros. Em declaração à imprensa, o artista disse ser gratificante cada vibração do público, e que estão a trabalhar para a ‟excelência”.

Assim como Tony di Fika, a artista Soraia Ramos, de origem cabo-verdiana, nascida em Portugal, cativou o público com as suas músicas. Em declaração à imprensa, a artista disse que foi muito ‟bem recebida” e dá nota 10. E sublinhou que pretende voltar, pedindo aos presentes que continuem a seguir os seus trabalhos.

O artista Denis Graça cantou e encantou o público pela segunda vez no festival de Calheta. Segundo afirmou, a primeira actuação em Calheta foi ‟boa” e mostrou-se satisfeito com a organização e o grande número de público que cantou todas as suas músicas.

De seguida, Big Z Patronato, o talentoso mais aguardado durante toda a noite, só subiu ao palco já às 07:00 para encerrar o festival. Quase a tempo de revelar as surpresas para os fãs, o artista disse à Inforpress que estava em Calheta por causa dos fãs, e pretendia fechar o palco em grande.

Em declaração à Inforpress, o vereador da Juventude, Cultura e Desporto, Natalino Tavares, fez um balanço ‟positivo”, sublinhando que ouve uma dinâmica de ‟amor e paz”. E afirmou que durante os dois dias houve ”‟grande” dinâmica de comércio, justificando que o ‟festival não é um lugar de despesa, mas sim de desenvolvimento”.

Num ambiente tranquilo e de muita segurança, o ponto negativo registado foi o consumo excessivo de álcool.

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