Os doze jovens do concurso Master Music são integrantes dos grupos C-Jay, Jonny Faria, Art’ment, Hello Music, Sector urbano, 100% batida&Khaly, e apresentaram uma variedade de géneros musicais desde o rap, o rock, ritmos tradicionais, R&B e kuduro. O encerramento da primeira parte das actuações foi da responsabilidade de  Khaly, jovem artista que já foi teclista e director musical do grupo de Cesária Évora, a homenageada deste festival e tem acompanhado vários concertos de Hernâni Almeida.

Vasco Martins presentou o público com o seu novo trabalho “Azuris”. Acompanhado pelo artista plástico Tchalé Figueira na percussão e Micau Chantre na bateria, o compositor trouxe ao público uma opção musical mais eclética.

À semelhança do ano passado o Projecto Vozes de São Vicente voltou a juntar o colectivo mindelense nas vozes da família Xalino (Nilza, Val e Roberto), Jorge Sousa, Diva Barros, Nha Kapa, Nilton Gomes, Betina Lopes, Naldina Fortes, Manecas Matos, Jennifer Solidad, Zizi Vaz e Dudu Araújo. Este último doou o cachet da actuação a uma instituição social e incumbiu o apresentador do festival, José Leite, de canalizar a respectiva verba.

Constantino Cardoso por sua vez juntou às habituais músicas de carnaval mornas e coladeiras para fazer jus à homenageada da noite. Não deixando contudo de brilhar os ritmos de carnaval com as habituais bailarinas.

Bonga fechou a primeira noite do Baía das Gatas 2012 ao ritmo de sembas angolanos trazendo para o público presente sucessos como “Kambuá” e “Sodad”, relembrando que foi o primeiro artista africano a interpretar o tema imortalizado por Cize.

Segurança

A nível de segurança o areal da Baía teve um dia calmo, ainda com parca adesão do público registando apenas uma agressão com garrafa que levou a deslocação da vítima ao Hospital Baptista de Sousa.

Na tenda eletrónica montada ao lado das actividades do festival, até o final das actuações, registaram-se duas detenções por motivos de furtos.

Para sábado, dia 18, espera-se uma maior adesão dos Mindelenses, emigrantes e turistas que tem colorido as ruas de São Vicente. A fraca adesão foi sentida quer durante as actuações como no comércio.

A edição que homenageia Cesária Évora, artista mindelense e assídua presença no palco da Baía, começou morna, ameaçada por nuvens carregadas e sem o brilho da lua, especial tempero que tem marcado a agenda do festival.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.