Para esta noite, Dany Silva convida os artistas Rui Veloso, Luís Represas, Kátia Guerreiro e Nancy Vieira para se juntarem a ele nesta comemoração.

Com participações registadas com cada um dos músicos, Dany Silva vai, pela primeira vez, apresentar ao vivo alguns dos duetos vibrantes que integram o seu último álbum “Canções da Minha Vida” gravado em 2018.

Segundo um comunicado, “Canções da Minha Vida” foi o trabalho discográfico que serviu de mote para o arranque dos festejos de um percurso musical que regista clássicos bem conhecidos do público como “Crioulo de São Bento” ou “Branco, Tinto e Jeropiga” com “Manifestos” e tantos outros temas que vão fazer parte do reportório.

Dany Silva começou a tocar violão ao lado do pai, na ilha da Boa Vista, Cabo Verde. Mudou-se para Portugal em 1961 para estudar na Escola de Regentes Agrícolas de Santarém, onde se formou como Engenheiro Técnico Agrário.

Foi um dos cantores do grupo “Os charruas”. Sete anos depois, entrou para o grupo “Quinteto Academico+2”, ao lado de Mike Sergeant. Depois passa a actuar com os Four Kings. Em 1979 grava na editora de Bana o single “Feel Good” que chega a ser tocado no programa Rock Em Stock. Forma a Bandássanhá.

O primeiro disco é “Branco, Tinto e Jeropiga” e segue-se “Estou farto”. Grava também um máxi-single com as faixas “(Com Elas) Crioula de S. Bento”, “(Aqui É) Terra de Fé” e “Pois É… (A Vida)”.

O álbum “Lua Vagabunda” é editado em 1986. O disco, com a colaboração de nomes como Rui Veloso e Zé Carrapa, inclui temas como “Banhada” e “Nha Mudjé”.

Em finais dos anos 1980, o músico inaugura um espaço chamado Clave de To, frequentado por vários artistas como o músico português Rui Veloso. Até então, tinha gravado apenas em português pela Valentim de Carvalho. Começa a gravar em crioulo e em 1991 edita o álbum “Sodadi Funaná”.

A Valentim de Carvalho lança em 1994 uma antologia com “As Melhores de Dany Silva” com 16 músicas sendo três inéditas.

Em 1996 participa na compilação “Pensa Nisto!… Todos Diferentes Todos Iguais” onde grava “Sodade” com Rui Veloso. Participa ainda no espectáculo “Caminho Longe” do projecto Sons da Lusofonia.

Colabora na banda sonora da Novela “Filha do Mar” conjuntamente com Mafalda Veiga e Dina. Grava uma versão de “Foi Por Ela” de Fausto.

Em 2004 participa na compilação de homenagem a Amália Rodrigues “A Tribute To Amália” com o tema “Morrinha”.

Gravou cerca de seis álbuns em crioulo, mas abertos a músicos portugueses, com duetos com Sérgio Godinho e Carlos do Carmo.

Participa no projecto “Triângulo do Atlântico” com Pepe Ordás e Vitorino Salomé que lançam o disco “Amor em Adjectivo” em 2012.

Em 2018, editou o álbum “Canções da Minha Vida”, uma compilação de alguns dos seus maiores êxitos, agora regravados em dueto, e na companhia de alguns dos seus mais importantes companheiros desta viagem, desde Jorge Palma no single “A Banhada”, a Rui Veloso em “Lua Nha Testemunha”, a nomes como Nancy Vieira, Carlos do Carmo, Paulo de Carvalho ou Tito Paris.

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