A decisão da empresa com sede na Suécia mas com uma grande fatia de subscritores e operações nos Estados Unidos, junta-se às já tomadas pelo Twitter, que vetou a maioria dos anúncios políticos, e da Google, que limitará a forma de seleção a quem a publicidade é dirigida..

O Spotify, que conta com cerca de 130 milhões de utilizadores, justificou a medida pela sua falta de capacidade de identificar notícias falsas.

"Ainda não temos o nível de solidez necessário nos nossos processos, sistemas e ferramentas para rever e validar com responsabilidade este conteúdo. Reconsideramos esta decisão enquanto continuamos a desenvolver as nossas capacidades", afirmou um porta-voz.

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