São cerca de 18 expositores, distribuídos em diversos stands, com produtos variados, desde mobiliários, joias, produtos cosméticos, quadros, acessórios e vestuários que vão estar patente até o dia 02 de dezembro.

Segundo um dos promotores, Tony Fonseca, com esta exposição, que também será feita em outros países africanos, como Guiné-Bissau e Marrocos, querem mostrar as variedades deste Estado transcontinental.

“Os africanos não confiam muito nos artigos feitos pelos seus conterrâneos e dão mais valor e garantia aos produtos chineses. Com esta feira queremos mostrar que Egipto tem variedade de produtos”, disse, assegurando de que vão continuar a promover mais feiras deste tipo em Cabo Verde, mas com uma melhor organização e com mais investidores.

A feira que iniciou no dia 17, informou, já está a ter uma “boa recepção” por parte dos praienses que, para além de visitar a exposição, estão a adquirir os produtos, tendo alguns deixado o compromisso de voltar para adquirir mais.

A Inforpress conversou com uma das expositoras, Carmem Semedo, responsável pelo stand de produtos feitos com prata, desde anéis, fios, pulseiras, relógios, entre outros.

Conforme disse, apesar de o preço ser um “pouco elevado”, porque trabalham com prata pura, muitos dos visitantes estão a adquirir os seus produtos.

“Os anéis vendemos a partir de 4 mil escudos, mas muitas pessoas estão a comprar e outros estão a encomendar para o fim de mês. Esta feira é muito importante, porque estamos numa interacção cultural ao mesmo tempo”, afirmou.

A organização garante que os preços dos produtos vão cair a partir do dia 25 para que os cabo-verdianos possam ter nas suas casas, artigos que fazem parte da cultura egípcia.

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