A primeira gala deste certame, que visa premiar os DJ cabo-verdianos e valorizar os profissionais que contribuem para a preservação e divulgação da música de Cabo Verde, aconteceu em abril, na cidade da Praia, e foram premidos os DJ nacionais, residentes em Cabo Verde, que estiveram em destaque no ano de 2017.

A escolha da ilha do Sal para acolher a próxima edição, segundo Carlos Fonseca, é uma forma de descentralizar as suas atividades e para dar a conhecer às pessoas de outras ilhas este projeto.

Ainda com a introdução da categoria de DJ da Diáspora, ao realizar a gala na ilha do Sal, informou, será “um ponto mais rápido e económico” de reunir os DJ da diáspora.

Em relação à seleção dos DJ que vão ser nomeados, Carlos Fonseca afirmou que estão na fase de engajar o júri, principalmente os promotores de evento, pois na sua ótica são os que mais lidam com os DJ.

“Já tenho o elenco do jurado, tanto dentro e fora de Cabo Verde, a tratar da questão dos nomeados e estamos a tentar engajar o máximo possível de promotores de eventos para serem os júris na escolha dos nomeados”, ajuntou.

Nesta gala, os DJ serão prémios nas categorias de “Melhor DJ de Música Eletrónica”, “Melhor DJ Cabolove / Kizomba”, “Melhor DJ Produtor”, “Melhor DJ Hip Hop”, “Melhor DJ Animador de Rádio”, “Melhor DJ de Músicas Lembra Tempo”, “Melhor DJ de Funaná e Músicas Tradicionais”, “Melhor DJ Revelação de São Vicente, Santiago e Outras Ilhas” e DJ Popular do Ano.

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