De acordo com o site da Fundação na Internet, nesta quarta edição é apoiada a mobilidade internacional de artistas naturais e residentes nos PALOP (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe) e Timor-Leste, nas áreas da música e artes cénicas
O objectivo deste concurso, indicou, é apoiar a participação de artistas dos PALOP e Timor-Leste em programas de residências artísticas internacionais, na Europa, no Brasil, na Austrália ou países vizinhos dos PALOP e Timor-Leste, através da atribuição de subsídios de viagem, no valor de 1.500 euros, por artista, incentivando a sua circulação internacional.
De acordo com o regulamento do concurso, as residências artísticas devem realizar-se no período máximo de seis meses a partir da data da atribuição da bolsa de viagem.
As candidaturas serão aceites até ao dia 15 de Outubro e os resultados serão divulgados até final de Novembro.
As candidaturas só podem ser apresentadas em formulário próprio, disponível na página da Fundação, bem como o envio de documentação suplementar como currículo do artista, carta de motivação, programa detalhado da residência artística a que se candidata e carta de recomendação.
Na segunda edição da Procultura, o coreógrafo Mano Preto, da Companhia de dança Raiz de Poilon, foi seleccionado para participar neste programa de residência artística dos PALOP.
O coreógrafo esteve nos estúdios Victor Córdon em Lisboa (Portugal), durante o mês de Julho, a preparar a nova obra a solo que fala sobre a vida e obra de Manuel d’Novas.
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