A organização do festival, inaugurada às 21:00, pelos jovens talentos do violino, de São Vicente,  está a cargo da edilidade ribeira-grandense, que tem “tudo pronto” para a realização deste evento, que, ao longo dos dias, vão reunir, no Terreiro, perto de duas dezenas deartistas e bandas nacionais e estrangeiros.

A banda Aywa, composta por músicos francesas e marroquinos, é um dos destaques da edição 2019 do festival Sete Sóis, Sete Luas em Santo Antão, que contam ainda com a presença dos interpretes Charbel e Josslyn Medina, provenientes de Portugal, e Anísio Rodrigues e Rodji, ambos de Santo Antão.

Jo Muhammad e Darlene Medina (Santo Antão) Azágua (Praia), Eliana Rosa (Santo Antão), Ecos da Montanha (Santo Antão) e Lizandra Lopes e Dino Oliveira (Portugal) integram, também, o cartaz deste festival, cuja abertura vai ser antecedida da exposição “Ideogrammi II”, do pintor Vasko Vidmar (Eslovénia).

O festival, que promete trazer a Cabo Verde um misto de ritmos e artes do mediterrâneo e do mundo lusófono, faz parte de um projeto da rede cultural integrada por 30 cidades distribuídos por dez países (Cabo Verde, Brasil, França, Itália, Marrocos, Espanha, Eslovênia, Croácia, Roménia e Tunísia).

Em Cabo Verde, o festival acontece nas ilhas de Santo Antão, Brava, Fogo, Maio e Santiago.

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