O uso de músicas em eventos políticos foi bastante discutido nas eleições de 2016 e, este ano volta a dar que falar, devido à rejeição de vários artistas ao presidente Donald Trump.

Estão ainda entre os signatários da carta, segundo a revista Rolling Stone, Michael Stipe (dos REM), Regina Spektor, Lionel Ritchie e Elvis Costello, bem como as bandas Blondie, Green Day e Pearl Jam. A iniciativa foi realizada em parceria com a associação Artist Rights Alliance.

"Nenhum artista deve ser obrigado a comprometer os seus valores ou a se associar a políticos que não respeitam ou apoiam", disse a organização de defesa dos direitos de artistas no Twitter esta terça-feira, dia 28 de julho. 

No mês passado, o lendário grupo de rock britânico The Rolling Stones ameaçou tomar medidas legais contra Trump por utilizar a sua clássica canção "You Can't Always Get What You Want" nos seus comícios.

Também em junho, a família de Tom Petty emitiu uma "carta de cessar e desistir" proibindo Donald Trump de usar a canção "I Won't Back Down", que tinha sido tocada no seu comício em Tulsa.

Os Queen também não querem que Trump suba a palco ao som "We Are The Champions" - o presidente norte-americano escolheu o tema no evento do Partido Republicano em Ohio, na corrida presidencial de 2016.

Pharrell Williams, Rihanna, Aerosmith, Adele, Neil Young e herdeiros de Prince também já se queixaram depois de Trump ter usado as suas canções.

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