À Inforpress, o autor de “A Cortina dos Milhões” explicou que esta obra é uma ficção que traz a mistura o documento histórico que, a seu ver, pode guiar os jovens a encontrarem os verdadeiros factos históricos, isto é, a história da independência da Guiné e Cabo Verde.

“É um caso de amor num tempo conturbado e as mulheres de pano de preto representam, de certa forma, as mães que choraram pelos filhos perdidos naquele ambiente conturbado, de um lado e do outro da barricada. A história decorre num período antes da independência e depois a fase de transição de Guiné e Cabo Verde”, afirmou.

No prefácio, o escritor Adriano Miranda Lima escreveu que este livro focaliza as circunstâncias que marcaram a vida do povo guineenses na fase de transição para a sua independência política e na consolidação do respetivo processo institucional.

Segundo disse, esta obra será uma oportunidade para revisitar factos e acontecimentos que marcaram as vésperas da independência política dos dois territórios – Guiné-Bissau e Cabo Verde – e tudo o que rodeou o agitado processo de construção dos dois Estados.

“Na Guiné-Bissau, como em Cabo Verde, os mais de quarenta anos já volvidos talvez ainda não permitam o arrefecimento completo do caldeirão onde se fundiram os sentimentos e as paixões mais díspares naqueles tempos agitados. Mas o Armindo Ferreira deixa aqui valiosas pistas para cada um interpretar o sentido da história”, lê-se no prefácio.

A obra, editada pela Livraria Pedro Cardoso, será apresentada pelo professor Wlodzimierz Szymaniak.

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