“Para os alunos, isto é um estímulo porque demonstraram, desde primeira edição, uma grande vontade de participar do concurso que traz a expressão escrita e oral deles evidenciadas nas histórias que são criadas”, precisou o chefe da representação diplomática na Praia, acrescentando que se trata de um “projecto muito válido”.

José Carlos Leitão realçou que desde que chegou a Cabo Verde fez questão de “estimular e incentivar” a participação dos alunos nos concursos da banda desenhada.

“Isto tem produzido muitos efeitos e repercussões muito positivas e, por isso, resolvemos investir nesses concursos literários”, sublinhou, acrescentando que esta iniciativa é “uma forma de levar grandes obras a um público maior que está no início do seu gosto pela leitura e pela formação”.

Esta segunda edição do concurso de banda desenhada contou com a participação dos alunos do liceu Domingos Ramos, num total de 16 trabalhos de 24 autores, entre cabo-verdianos e brasileiros.

Foram premiados três estudantes, sendo primeiro lugar para Juseila Pereira pela adaptação do texto “O filho do pescador”, inspirada no texto “Vida Vividas”.

Na segunda posição ficou a dupla formada por Cláudia Martins e Edson Martins, pela adaptação “A Roça do Pé da Letra”, inspirada no texto homónimo.

Os vencedores receberam como prémio uma mesa digitalizadora.

Os autores dos trabalhos que mereceram menção honrosa foram contemplados com um kit de desenho.

São eles a dupla Celeste e Mauro Almeida, da Escola Salesiana de Artes e Ofícios, que adaptaram para os quadradinhos excertos do romance “Chiquinho” e “Vidas Vividas”, e a dupla Salvador e Elevenick Cofre, inspirado no texto homónimo, todos de S. Vicente.

O II Concurso Banda Desenhada Nossas Histórias foi uma realização da embaixada do Brasil na Praia e contou com a colaboração do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) e da Biblioteca Nacional de Cabo Verde.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.