A exposição, cuja inauguração ocorreu na tarde de sexta-feira, 11, é organizada pela Assembleia Nacional, em parceria com o Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, através da Direção-geral das Artes e das Indústrias Criativas e pelos diferentes municípios da Ilha de Santiago.

Segundo o diretor geral das Artes e das Indústrias Criativas, Adilson Gomes, neste dia “tão importante” para o País, a ideia foi reunir os artistas “mais conceituados” e os “mais novos” para que num único palco pudessem mostrar as suas obras de arte.

“A liberdade é uma coisa que nos distingue, temos uma geração mais consagrada que viveu num período de partido único e também temos esta geração que nunca teve contacto com este período”, lançou a mesma fonte, ou seja, prosseguiu, têm formas diferentes de expressar a liberdade.

Da geração dos mais consagrados estão patentes telas de Omar Camilo, Tchalé Figueira, Domingos Luísa, Nela Barbosa e Heleno Barbosa entre outros, enquanto os mais novos estão representados por Hélder Cardoso, Joaquim Semedo, José Delgado, Dílcia Cardoso e Nuno Prazeres.