Conforme afirmou, nessa altura de estado de emergência, em que as pessoas estão em confinamento para se evitar a propagação do novo coronavírus no país, “nada melhor” do que levar à informação e algum conteúdo às pessoas através dos museus virtuais.

Nesta primeira semana, foram colocados `online´ o Museu do Sal e o Museu Etnográfico da Praia, mas até ao final de semana estará disponível para visita o Museu da Tabanca, em Santa Catarina (Ilha de Santiago), e o Museu do Mar, em São Vicente, isto é, quatro das oitos estruturas sob a gestão do IPC.

Ao disponibilizar os museus ‘online’,  isto permite não só divulgar os conteúdos dos museus para as pessoas que não tem como deslocar-se a esse espaço, como também permite dar aos alunos, no âmbito do programa didático/pedagógico das escolas, acesso aos conteúdos museológicos e a realizarem trabalhos relacionado com os próprios museus, informou.

O IPC pretende continuar com este projecto digital, mesmo depois do período de contingência, para que possam continuar a divulgar os museus do País e a fazer com que estes alcancem o maior número de público possível, precisamente os que estão na Diáspora.

“Sabemos que o marketing digital hoje é um dos maiores mecanismos de passar a informação e de divulgar os conteúdos e isso tem sido aposta do IPC que é alinhar o património e alinhar a preservação e valorização do património as novas tecnologias”, sustentou.

Para aceder aos museus virtais basta entrar no link, https://poly.oogle.com/view/3Yls0kibsTe  ou através do site do IPC.

Para além deste projecto ligado aos museus, o IPC está a desenvolver um outro projecto denominado “Património 360º”, que permite as pessoas fazerem visitas virtuais aos sítios e monumentos.

A ideia é lançar este projecto no dia 18 de Abril, Dia Internacional de Monumentos e Sítios, e a primeira experiência será com o Centro Histórico de Nova Sintra, na ilha da Brava, e, posteriormente, a Igreja Nossa Senhora do Rosário, na Ribeira Grande de Santiago.

“Para além dos monumentos, temos alguns centros históricos classificados patrimónios nacionais que as pessoas à distância de um `click´ conseguem visitar esses centros históricos, conseguem ter informação e conteúdos associados a eles”, informou.

Ajuntou que logo após a conclusão das obras dos edifícios históricos, no âmbito do programa de reabilitação a nível nacional, vão alinhar esses patrimónios as novas tecnologias.

“Não vai ter só a parte visual e tecnológico associado, mas também vamos agregar conteúdos com informação histórica até detalhes arquitectónico construtivo e todo o processo de reabilitação ligado aos sítios históricos”, adiantou.

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