Em declarações à Inforpress, o diretor do CNAD, Irlando Ferreira, explicou que a URDI “não se esgota não feira em si”, porque envolve encontros, formações, grandes conversas e ainda as residências criativas.

No entanto, prosseguiu, neste momento está-se a preparar a abertura das inscrições dos artesãos a nível nacional, após a seleção das peças que vão constar do Salão Created in Cabo Verde no concurso “REPIKÁ, que tem  a música como matéria criativa.

“As peças já foram escolhidas e estão nas oficinas a ser produzidas para depois fazerem parte do Salão Created in Cabo Verde.  Portanto, digamos que já estamos na segunda fase,” avançou o diretor da CNAD, Irlando Ferreira.

Segundo a mesma fonte o resultado deste concurso “foi satisfatório” porque foi na linha dos concursos anteriores que “sempre surpreenderam.”

“Já é um facto que temos boas obras saídas do desafio lançado aos criadores e artesãos. Nós temos uma criatividade grande. Talvez, a nossa matéria mais essencial é a nossa capacidade, enquanto cabo-verdianos, de resolver uma questão, através de algo,” analisou.

O diretor do CNAD salientou que o objetivo deste concurso e também da feira é pôr a classe criativa a trabalhar em colaboração e congregar, através deste processo, as possibilidades existentes porque “há uma matéria criativa” para se explorar “ad eternum.”

Apesar das obras de reabilitação do quiosque da Praça Nova estarem ainda a decorrer, Irlando Ferreira garantiu que a praça será palco da feira URDI 2019, tal como nas outras edições.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.