Segundo Manuel Ribeiro, Gestor do Fundo do Turismo e apresentador da obra, neste livro, o autor deixou escrita a sua passagem pela câmara municipal enquanto presidente, assim como as suas vivencias na emigração, que depois de 40 anos, regressou ao seu país de origem para fixar residência, para assim contribuir mais, uma vez, para o desenvolvimento local, demonstrando que a diáspora cabo-verdiana, por mais que esteja distante , o seu coração está sempre onde nasceu.

Além disso, o apresentador salientou que a obra retrata a história bravense, desde a pesca da baleia, mas que “o mais importante” são as pistas para o processo de desenvolvimento da ilha.

Por seu turno, o presidente da Câmara Municipal, Francisco Tavares, considerou que esta obra “ não é nada mais, nada menos” do que um guia para demonstrar aos cidadãos de como através da política ou não o ex-autarca deu o seu contributo para o desenvolvimento ilha, baseado no “grande sentimento que é o amor pela ilha e pelas pessoas e a consciência de que cada um de nós, mais do que dever, tem a obrigação de contribuir para o desenvolvimento da mesma”.

De acordo com o edil, Orlando Bala deixou clara a sua visão daquilo que deve ser seguido para atingir o desenvolvimento.

Já o autor do livro, Orlando Balla, explicou que na obra encontra-se uma “expressão dos seus sentimentos” e uma demonstração de como a convicção pessoal e individual é um passo “crucial” para atingir o desenvolvimento.

Para Balla, “é um dever pessoal de cada um dar o seu contributo em prol do desenvolvimento, pois, o benefício é comum”.

Sendo assim, como forma de dar o seu primeiro contributo, registou o que tem sido feito e o muito que ainda há por fazer, mas reforçou que para se chegar aonde querem, é preciso que cada um assuma a sua responsabilidade cívica, pois, caso não for assim, o processo vai levar muito mais tempo.

“Penso que lendo o conteúdo do livro da forma que é apresentado, o impacto será positivo e poderá inspirar muitos a seguirem a mesma linha. Contribuindo de acordo com as suas possibilidades”, finalizou o autor.

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