Este prémio, de periodicidade bianual, promovido pelo BCA, em parceria com a Academia Cabo-verdiana de Letras, visa galardoar uma obra inédita de um autor cabo-verdiano, no domínio da literatura.

No passado dia 31 de janeiro foi anunciado o vencedor desta 2ª edição e nesta quinta-feira, segundo o presidente da ACL, David Hopffer Almada, vão proceder a entrega de um cheque no valor de 1.000.000 escudos (um milhão de escudos cabo-verdianos).

No ato de anúncio do vencedor,  a presidente do júri, Mariana Faria, disse que a decisão aconteceu de acordo com os critérios exigidos, em conformidade com o regulamento do concurso, que lista o ineditismo, estética, criatividade, originalidade, estruturação do discurso e correção linguística.

“Foram admitidas a concurso obras literárias em prosa e verso, redigidas em língua portuguesa e/ou cabo-verdiana, sendo cinco obras em prosa e três no registo poético”, explicou Mariana Faria, em conferência de imprensa.

A responsável referiu que o autor da obra vencedora compromete-se perante a Academia Cabo-verdiana de Letras (ACL) e o Banco Comercial do Atlântico (BCA) a financiar a edição da mesma, em recurso ao prémio recebido.

O júri, de acordo com uma nota da ACL, foi constituído por personalidades do mundo académico de “reconhecida idoneidade” e é presidido pela professora Maria Faria, sendo ainda constituído por Augusta Évora Teixeira e Maria de Fátima Fernandes.

Para o apuramento da obra vencedora desta segunda edição do concurso, ao qual concorreram oito obras, o corpo de júri procedeu a atribuição de uma pontuação na escala de 0 a 100.

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