Num comunicado enviado a Inforpress, a ACL considera que o falecimento desta “mulher da pena e cultura”, autora de vários livros de ensaios e de inúmeras intervenções sobre a cultura nacional,  representa  “a perda  de uma voz  muito preciosa e apreciada” das letras cabo-verdianas.

Formada em filologia em 1958, pela Universidade de Coimbra (Portugal), foi também pioneira nos estudos da língua cabo-verdiana e umas das primeiras cabo-verdianas a ter formação superior.

Depois de um breve período como professora no Liceu Gil Eanes, na ilha de São Vicente, onde conheceu aquele que viria a ser o seu marido, Abílio Duarte, ruma, em 1960, para França, a convite da Universidade Sorbonne, para ser leitora de Português na Faculdade de Letras da Universidade de Caen, na Normandia (França).

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