De acordo com um comunicado da direcção do grupo, a que a Inforpress teve acesso, a decisão de não participar no evento de abertura oficial do Carnaval 2020, no qual ia apresentar o casal mestre-sala e porta-bandeira, o rei e a rainha e a sua música oficial, foi unânime na direcção.

Em causa, justificou a fonte do Monte Sossego, está os “sucessivos atropelos a várias decisões dos órgãos sociais, lavradas em acta”.

O grupo disse não compactuar “com a forma e a modalidade do sorteio de saída dos grupos que será realizado durante o evento, uma vez que já havia sido decidido em reunião do Conselho Deliberativo, antes do desfile do ano passado, que o último classificado do Carnaval 2019, deveria ser o 1º a desfilar no Carnaval 2020”.

A direcção frisou ainda que a agremiação, fundadora da Ligoc, “não poderá de forma nenhuma aceitar que as deliberações dos órgãos” da liga sejam “sistematicamente ignoradas pela direcção executiva, esvaziando em toda a linha as competências dos mesmos”.

No mesmo comunicado, a direcção destacou que Monte Sossego é uma “agremiação séria, comprometida, que tem trabalhado de forma consistente e sustentada, para o crescimento do Carnaval Mindelense”. Pelo que vai aguardar “serenamente o resultado do desfile realizado e agirá em conformidade”.

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