Sempre que eles descem à baixa do Mindelo, venham eles da Ribeira Bote, o bastião, ou da Bela Vista, com milhares a segui-los, os mandingas parecem um mar revolto, tipo tsunami.

Tal voltou a acontecer hoje, mas o melhor está para vir, próximo domingo, 18, quando eles regressarem para o já tradicional enterro do Carnaval, ou de mandingas.

E vêm com um mundo de criatividade, de sugestões para cuidar do ambiente, porque também a brincar a gente se entende.

Hoje foi a conservação do meio ambiente, sempre o ambiente, e a reciclagem, porque, aliás, Ribeira Bote, o berço dos mandingas de São Vicente, é uma dos líderes.

A criatividade deles, que floresce todos os anos por altura do Carnaval, pode compreender-se a partir de um autocarro em tamanho miniatura, feito com dezenas de vasilhames de plástico de litro e meio, mas capaz de, puxado por um homem, circular pelo centro da cidade com seis bebés/crianças no seu interior.

A imaginação deles, dos grupos de animação, é vasta.