Eram 22 horas, uma hora mais tarde do que o previsto, quando a Escola de Samba Tropical iniciou, na Rua de Lisboa, o seu desfile que este ano foi gizado em torno do enredo “ Todos os sentidos vão dar ao sonho”.

Através de um desfile de cerca de duas horas, o grupo despertou “o sonho e os sentidos” do público com as 23 alas e os 1200 foliões, cujas indumentárias evidenciavam uma miscelânea de cores, desde o abre-alas até o último conjunto, com destaque para o rosa, o verde, o azul, o branco, o amarelo e tons brilhantes.

Entre os foliões estavam 60 emigrantes provenientes da Holanda e outros tantos que chegaram de Portugal, do Luxemburgo, dos Estados Unidos e ainda pessoas residentes na cidade da Praia e no Mindelo, que se juntaram às musas e passistas, que numa “combinação perfeita”, sambaram a som da música “Sonhe Divinal”, de João Carlos Silva (Jotacê) e Anísio Rodrigues, a dupla detentora do título de Melhor Música do Carnaval de 2018 e de 2019.

Num desfile onde não faltaram criatividade e brilho, que já são características do grupo, também saltaram à vista o tripé em forma de cérebro multicolor, que vinha à frente no abre-alas, e um majestoso andor de cinco metros de largura e oito de altura que carregava “musas fitness”.

Depois do Samba Tropical “aguçar o apetite do público” na noite de segunda-feira, hoje terça-feira do Carnaval, será a vez dos grupos oficiais entrar na Rua de Lisboa, onde se situa o palanque oficial.

Por ordem do desfile, o primeiro a entrar é o Flores do Mindelo, seguido dos ˈ Cruzeiros do Norte, Monte Sossego, Vindos do Oriente e, por último, o Estrela do Mar. Antes, está agendado os desfiles dos grupos do Carnaval espontâneo.

A partir das 12h00 às 14h30 vão mostrar a sua criatividade ao público, em disputa ao Prémio Kakoi – Carnaval Artesanal, atribuído pelo Ministério da Cultura, através do Centro Nacional de Artesanato e Design (CNAD).

Os vencedores serão conhecidos na quarta-feira, dia 26, a partir das 15:00.

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