Como uma verdadeira avalanche, o grupo da zona de Cruz João Évora arrasou em todas as vertentes, tanto individuais como de grupo e mostrou-se o “glorioso” na cerimónia de entrega de prémios, realizada na tarde de hoje na Rua de Lisboa.

Agora como novo campeão, título que lhes escapava há cinco anos, Cruzeiros do Norte venceu com um total de 256.2 pontos e ainda levou rainha, rei, segunda-dama e rainha de bateria.

O jurado, num total de 27 elementos, divididos por três pontos estratégicos, escolheu ainda esta agremiação como o vencedor dos prémios de “melhor música”, “melhor carro alegórico” e ainda porta-bandeira e mestre-sala.

Este tento, que, segundo o presidente, Jailson Juff, acredita ser um “objetivo realizado” e uma “aposta” ganha.

“No ano passado, estivemos aqui e não ganhamos qualquer prémio, saímos daqui triste e chamamos atenção a nós mesmos de que iríamos apostar mais forte para conseguir esta vitória, que conseguimos hoje”, disse este responsável do grupo, que ainda leva para casa um prémio monetário de 500 contos.

O segundo lugar coube ao Monte Sossego, com 256,2 pontos, que conseguiu ainda o de primeira-dama.

Esta classificação que o presidente do grupo, António Duarte, também conhecido por Patcha, considerou ser uma “tremenda injustiça”, mas que não os vai impedir de começar logo a trabalhar no Carnaval de 2020.

Em terceiro lugar ficou Estrela do Mar, grupo cujo vice-presidente, Hipólito Tavares, disse ser já uma “vitória”, uma vez que começaram os trabalhos bem tarde, e o terceiro lugar foi dado ao Flores do Mindelo.

Na cerimónia, que começou com mais de uma hora de atraso, foi ainda atribuído prémios de reconhecimento de participação no Carnaval à Escola de Samba Tropical e ao grupo dos professores.

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