Nova Sintra, 27 Jan (Inforpress) – A dirigente do grupo Mocidade, Raquel Rodrigues, afirmou hoje que o que leva o grupo a brincar o Carnaval é o “gosto e a paixão” e também uma forma de incentivar outras zonas que anteriormente participavam e agora não.

Raquel Rodrigues fez estas declarações à Inforpress, anunciando que já iniciaram os ensaios como forma de controlar o número de foliões e que a partir da semana que se inicia vão começar a ensaiar com as músicas próprias do desfile.

E, à semelhança do grupo Baianas, informou que já têm o tema decidido, um orçamento para o andor, mas que não vão adiantar ainda.

Sobre o número de foliões disse ainda não ter um número certo, mas que na altura da inscrição a câmara municipal exigiu no mínimo 50, número este que pretendem ultrapassar como tem acontecido nos outros anos.

A confecção dos trajes ainda não se iniciou porque estão a aguardar os tecidos e outros materiais chegarem da cidade da Praia, realçando que na Brava não encontram nada.

No quesito das dificuldades, assim como no ano anterior, apontou a aquisição de materiais como sendo a primeira, acoplada da falta de fundos que, segundo a mesma é um outro “calcanhar de Aquiles” na organização e realização do Carnaval.

No ano anterior, relembrou que o grupo tinha algum fundo e iniciaram os trabalhos com uma certa antecedência, mas este ano, como não tem, disse que estão a aguardar o subsídio de 40 mil escudos atribuído pela câmara municipal.

Mas, realçou que o grupo não vai desistir mesmo ante a dificuldades, pois participam devido a “paixão e o gosto” que nutrem pelo Entrudo, mas “sobretudo” porque vêm esta participação como uma forma de incentivar grupos de outras zonas a participarem, como o caso de Nossa Senhora do Monte

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