Em declarações à Inforpress, o presidente do grupo, Edivaldo Lopes, disse que pretendem levar ao público bravense “uma mensagem de sensibilização”, visto que a zona de onde surgiu o grupo é uma localidade marítima.

Questionado o porquê desta iniciativa, este responsável explicou que a localidade possui um bom número de pessoas e maioritariamente jovem, que todos os anos sobe à Vila de Nova Sintra somente para assistir e este ano quis fazer diferente.

“Este ano, demos mais um passo e vamos entrar na corrida oficial”, disse o jovem promotor.

Edivaldo Lopes avançou que já têm cerca de três semanas de ensaio e que já têm costureiras a confeccionar os seus trajes e com o andar da carruagem, diz acreditar que vão fazer um “bom desfile”.

No quesito das dificuldades, apontou a parte da sensibilização das pessoas e convence-las a participarem como sendo a maior, mas também, à semelhança dos outros dois grupos oficiais, queixou-se da falta ou inexistência de materiais para os preparativos, sendo necessário recorrer a serviços terceirizados na Praia ou São Vicente.

Em termos de número de foliões disse que estão a contar com 100 ou mais, mas é preciso continuar no processo de sensibilização para que não desistem, porque, conforme caracterizou. na Brava as pessoas “não possuem” o Carnaval na “veia” como em outras partes.

Este jovem pede as pessoas para participarem mais no Entrudo, porque ao contrário do que muitos pensam, não é somente festa, mas também, um momento que pode ser aproveitado para divulgar ou passar alguma mensagem de sensibilização.

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