A informação foi dada à Inforpress pela vereadora responsável pelo pelouro da Cultura, Edna Andrade, declarando que, neste ano, mesmo tendo somente dois grupos oficiais, a autarquia não vai deixá-los de “mãos a abanar”.

Este montante disponibilizado, um pouco menos do que o ano anterior, tendo em conta a diminuição dos grupos, está incluído nas verbas para subsidiar os grupos com os preparativos iniciais, prémios, trio elétrico e outras atividades organizadas para esta época.

Segundo a vereadora, a autarquia propôs, por serem somente dois grupos, um desfile sem concurso, mas por não ter este item no regulamento e não foi definido antecipadamente, antes da inscrição dos grupos, esta proposta não foi muito bem acatada pelos concorrentes.

Daí, decidiu-se continuar com o concurso, mas adiantou que, para os próximos anos, serão afixados os critérios de participação e de concursos com alguma antecedência, de forma a fazer com que o Carnaval na ilha seja “mais competitiva” e com “melhor qualidade”.

A vereadora apela a participação e envolvimento por parte da comunidade, de forma a aumentar o número de elementos nos grupos participantes e para que o Carnaval da ilha consiga “dar um pulo maior” e tenha outra dimensão e dinâmica.

Este ano, os grupos oficiais serão os Baianas, que já têm 21 anos e o grupo Mocidade Bravense Renascida, com dois anos a participar no Carnaval da ilha, que sairão às ruas da Nova Sintra, na terça-feira, dia 5 de março.

Além do desfile oficial, o Carnaval da Brava envolve grupos dos jardins infantis e de algumas escolas, que realizarão atividades com a comunidade estudantil e terá ainda um trio elétrico.

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