Com o enredo “História de Cabo Verde no Cruzamento de Identidades Culturais”, o grupo carnavalesco Bloco Afro Abel Djassi, de Achada Santo António, conta marcar presença no Carnaval 2019 com cerca de 200 figurantes.

De acordo com o presidente do bloco, Gamal, a escolha do tema “História de Cabo Verde no Cruzamento de Identidades Culturais”, sempre fez parte do grupo, ao longo dos anos em que desfilaram na Avenida Cidade Lisboa, mesmo quando saíram como grupo de animação, durante 9 anos.

A mesma fonte adianta ainda que este é “o único grupo que valoriza os ritmos nacionais do país, inspirando-se nas histórias e elementos da cultura cabo-verdiana”.

Os ensaios para o grande dia estão a decorrer normalmente e acontecem na Escola Técnica, na Achada S. António, das 19h30 às 21h00. O grupo diz estar entusiasmado em campanhas para angariar novos fundos.

Contando com a presença dos instrumentos, o grupo leva para Avenida Cidade de Lisboa 2 carros alegóricos e cerca de 11 alas com 200 figurantes.

“Sinfonia afro cabo-verdiana” é a música com a qual o grupo vai desfilar na avenida no dia 5 de março e é da autoria do próprio Gamal. Afirma o autor que em relação à música é a mesma do ano anterior, visto que não conseguiram mostrar e transmitir de melhor forma nessa edição.

A Câmara Municipal da Praia vai este ano disponibilizar 500 mil escudos a cada grupo, sendo que os grupos já receberam 300 mil, da primeira tranche, e o montante restante, 200 mil, só vai ser entregue quando for apresentado o relatório, Gamal explica que o grupo conta também com o apoio de diferentes empresas.

Segundo Gamal, o objetivo do Bloco Afro Abel Djassi “é transmitir ao público não só a cultura cabo-verdiana, mas da África Mãe.” Entusiasmado com dia, Gamal acredita que o melhor está por vir, mantendo os detalhes em segredo.

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