Arte e Cultura, que homenageou a cultura e o desporto da ilha de Santo Antão, foi o único grupo oficial a marcar presença no desfile, depois da desistência do Fundo de Lombo Branco, que alegou “dificuldades financeiras”.

O vereador da cultura da Câmara Municipal do Porto Novo, Jorge Martins, lembrou que este grupo já tinha recebido da autarquia um apoio de cem contos, durante a fase de preparação.

Arte e Cultura teve ainda um apoio adicional de 25 contos, proveniente do Ministério da Cultura.

A edilidade portonovense, ainda durante o desfile desta terça-feira, atribuiu ao grupo Arte e Cultura outros prémios, no valor de 50 contos, destinados ao rei, à raia, à batucada e à música apresentados.

Jorge Martins disse que o executivo camarário pretende criar as condições para que, para o ano, surjam novos grupos carnavalescos neste concelho, onde a festa do rei Momo, deste ano, foi abrilhantada também pelo desfile do grupo de crianças, promovido pelo Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA), numa parceria com a professora Fernanda Fernandes.

Houve também vários grupos espontâneos

Porém, abordadas pela Inforpress, várias pessoas manifestaram-se algo desapontadas com a qualidade do desfile e do trabalho apresentado pelo grupo Arte e Cultura (andores inacabados), considerando que, pelos apoios recebidos, o mesmo “tinha a obrigação de fazer muito mais”.

O responsável do grupo, Leónidas Oliveira, defendeu que o grupo teve de fazer “um grande esforço” na confecção dos dois andores, para que pudesse desfilar pelas artérias da cidade do Porto Novo.

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