Vin Diesel teve de sacrificar uma coisa por causa do sucesso de filmes como os da saga "Velocidade Furiosa".

Numa recente entrevista, o ator de 52 anos revela que o maior arrependimento na sua carreira até agora é não ter continuado a trabalhar atrás das câmaras como realizador.

Antes de conquistar o título de "herói do cinema de ação", vale a pena recordar que Vin Diesel começou por se fazer notado por "Multi-Facial", uma curta-metragem de 1994 onde foi ator, realizador, argumentista e produtor.

Três anos mais tarde, exerceu as mesmas funções numa elogiada longa-metragem, "Strays", que esteve em competição no Festival de Cinema Independente de Sundance e chamou a atenção de... Steven Spielberg.

O realizador deu-lhe um papel secundário em "O Resgate do Soldado Ryan" (1998), que lhe abriu as portas de Hollywood. E após um papel secundário em "Dinheiro Quente" (2000) e um sucesso surpreendente com "Eclipse Mortal" (2000), deu o salto para a saga que o tornou uma estrela global.

"Por falar em Steven Spielberg, estive com ele recentemente e disse-me, 'Quando escrevi o papel para ti em 'O Resgate do Soldado Ryan', obviamente que estava a aproveitar o ator, mas também estava secretamente a apoiar o cineasta em ti e não tens feito isso o suficiente. Isso é um crime de cinema e tens de voltar à cadeira de realizador", revelou ao The National.

Steven Spielberg à esquerda, Vin Diesel ao centro, durante a rodagem de 'O Resgate do Soldado Ryan' (1998)

Reforçando que gostaria de ter realizado mais filmes na carreira, Vin Diesel indicou ainda que está a planear recuperar um projeto de que tem falado há muitos anos sobre Aníbal, o general e estadista de Cartago que é considerado um dos maiores estrategas militares da história.

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